25/07/2010 21:08:00
Pedido de oração

Nosso amigo Mickey (da Márcia) teve um mal súbito e está internado na unidade semi intensiva do Hospital Nove de Julho. Em nossas orações, vamos pedir por sua pronta recuperação.

Edu & Sueli


08/07/2010 14:33:00
DECLARAÇÃO DE APARECIDA / DEFESA DA VIDA

ELEIÇÕES

Política não é tabu, mas compromisso

Estamos nos aproximando da época das eleições para Presidente da República, Senadores, Deputados Federais e Estaduais.
Trata-se de um momento de extraordinária importância. É questão de consciência, não apenas de tradição. Precisamos nos lembrar de que, sem dúvida, vivenciaremos as conseqüências de nossas escolhas.
A Igreja católica defende valores, não Partidos. Por isso, não podemos ser omissos.
Nosso compromisso é com a fé e costumes. É indispensável conhecermos nossos candidatos e seus Partidos Políticos, seus princípios e projetos.
Para uma reflexão sobre o assunto, apresento a Declaração de Aparecida em Defesa da Vida (09-2-2008), extraído de uma publicação especial do I Congresso Internacional em defesa da vida, realizado em Aparecida, promovido pela Comissão Diocesana em Defesa da Vida, de 6 a 10 fevereiro de 2008.
Dessa Comissão faz parte o Profº Hermes Rodrigues Nery, nosso conhecido, o qual já nos falou sobre essas questões.
Pe. Antonio Marcos Girardi

DECLARAÇÃO DE APARECIDA EM DEFESA DA VIDA

Nós, reunidos no Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (Aparecida - Brasil), de 06 a 10 de fevereiro de 2008, representantes brasileiros, do continente europeu e das Américas, no I Congresso Internacional em Defesa da Vida, promovido pela Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, com o apoio do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Arquidioceses de Aparecida e de Brasília, Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, Federação Paulista dos Movimentos em Defesa da Vida, Associação Nacional Mulheres pela Vida, Frente Parlamentar contra a Legalização do Aborto, Human Life International, Alianza Latinoamericana para La Família, Associazione per La Difesa dei Valori Cristiani – Voglio Vivere, Family Center, Agência ZENIT e outras entidades representativas da sociedade civil, bem como membros do Congresso Nacional brasileiro, de Assembléias Legislativas e de Câmaras Municipais, e de pastorais diversas, procuramos fazer deste encontro uma resposta imediata ao que propõe a Campanha da Fraternidade de 2008, no Brasil, com o Tema: “Fraternidade e Defesa da Vida”, e o Lema: “Escolhe, pois, a Vida”.
Realizamos um intenso e aprofundado intercâmbio cultural e de experiências no que tange ao respeito à vida e à dignidade da pessoa humana. Estiveram presentes especialistas das mais diversas ciências e renomadas personalidade da área da Bioética, com expressivas lideranças nacionais e internacionais, unidos no esforço de ampliar a conscientização das inúmeras ameaças e ataques sem precedentes contra a família e a dignidade da pessoa humana, que contrariam a lei natural e a garantia do primeiro de todos os direitos humanos, que é o direito à vida.
Sentimo-nos também como um dos primeiro frutos da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, celebrada neste mesmo local, em maio passado, em que o Santo Padre, o Papa Bento XVI, destacou a necessidade dos povos garantirem “o direito à uma vida plena, própria dos filhos de Deus, com condições mais humanas”, para desenvolver “em plenitude a existência humana, em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural” (cf. Discurso Inaugural da Conferência). É necessário, por conseguinte, defender a vida em todas as suas fases, desde a concepção até a morte natural, reconhecer e promover a estrutura natural da família, como união entre um homem e uma mulher, através do matrimônio, e tutelar o direito dos pais a educar os próprios filhos, tudo isto como conseqüência de princípios inscritos na natureza humana e comuns a toda a humanidade.
Pois, de fato, a legislação não pode basear-se somente no consenso político, mas também sobre a moral que se fundamenta em uma ordem natural objetiva. A economia deve destinar-se ao ser humano como portador de intrínseca dignidade. Não pode haver economia sem população e não pode haver população sem filhos. A sexualidade, ademais, compartilha dos direitos e da dignidade do ser humano e destina-se à construção de uma família como ao seu fim natural. Depois de havermos estudado e refletido sobre tais princípios, sobre suas conseqüências e sobre fatos fartamente documentados da história recente, DESTACAMOS que:
O aborto, químico ou cirúrgico, tem sido utilizado pelos países desenvolvidos como a principal ferramenta para sustentar uma política global de controle populacional. Desde 1952, com o surgimento do Conselho Populacional, aos quais se somaram, mais tarde, a Fundação Rockefeller, Ford, Gates e outras, está sendo implantado internacionalmente um programa populacional destinado ao controle demográfico do planeta. O projeto inclui a disseminação de uma mentalidade anti-natalista, compreendendo a implantação de anticonceptivos, o aborto legal e outros ataques contra a vida, dentro de uma perspectiva geopolítica e eugênica que decidiu priorizar o combate à pobreza impedindo os pobres de ter descendência, em vez de investir no desenvolvimento econômico. Dentro desta nova perspectiva, a anticoncepção, o aborto e também a eutanásia tornaram-se parte de uma política demográfica, integrada a uma política mais ampla de globalização, que busca a implantação do monopólio econômico.
Desde os anos 80, por consenso estratégico, elaborado pelas grandes Fundações que promovem o aborto, as políticas de controle populacional têm sido apresentadas propositadamente camufladas sob a aparência de uma falsa emancipação da mulher e da defesa de pretensos direitos sexuais e reprodutivos, difundidos através da criação e do financiamento de uma rede internacional de organizações não-governamentais (ONGs) que promovem o feminismo, a educação sexual liberal e o homossexualismo.
A Organização das Nações Unidas (ONU), desde a década de 1980, comprometeu-se com as políticas de controle populacional, que constituem, atualmente, um dos grandes pólos de suas ações. Através de seus comitês de monitoramento a ONU tem propositalmente fomentado o desenvolvimento de uma jurisprudência no campo do direito internacional pela qual tenciona-se preparar o reconhecimento do aborto como direito humano. Através de vários de seus órgãos e de suas agências, a ONU tem sido ainda um dos principais organismos internacionais promotores da legalização do aborto nos países da América Latina.
Os organismos internacionais de crédito, como o Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, entre outros, outorgam créditos para o desenvolvimento de nossas nações, condicionando-se a metas políticas de controle populacional.
Vários países da União Européia estão implicados na difusão internacional do aborto e do controle populacional, destinando para isso importantes somas de dinheiro e usando sua influência política.
A IPPF (Federação Internacional de Paternidade Planificada), que constitui a segunda OnG mais poderosa do mundo, depois da Cruz Vermelha Internacional, com suas filiais locais (no Brasil, a Bemfam), e seus organismos satélites, como o GPI (Grupo Parlamentar Interamericano de População e Desenvolvimento) e o IPAS, principal provedor de máquinas de sucção para abortos precoces e de cursos de capacitação em práticas de abortos para médicos, têm como objetivo respectivamente a implantação, nos países em desenvolvimento, da contracepção, esterilização, aborto e treinamento de profissionais da área da Saúde para a incorporação dessas práticas.
Parlamentares, profissionais da área da Saúde, universitários, meios de comunicação social, a classe jurídica, têm sido pressionados e influenciados pelos promotores desta cultura de morte.
Os governos, seja por omissão ou por cumplicidade, em sua maior parte têm cedido a estas pressões implantando programas ou políticas populacionais, ou mesmo, como no caso do Brasil, propondo a total e completa descriminalização do aborto, com o que a prática se tornaria legal durante todos os nove meses da gestação.

POR TUDO ISSO:

Denunciamos a implantação de uma cultura de morte que nos leva à perda do sentido da vida, dos valores éticos e direitos naturais, dos quais deriva todo o direito positivo.
Denunciamos a tentativa de descriminalizar e legalizar o aborto na América Latina.
Denunciamos a fraude no campo científico, a manipulação da linguagem e as autorizações estatais que permitem em nossos países a fabricação e a distribuição de fármacos aptos para matar seres humanos, desde suas primeiras horas de vida, como ocorre com a “pílula do dia seguinte”.
Denunciamos os programas estatais para liberar o aborto por via indireta, como as Normas Técnicas do Ministério da Saúde, que “autorizam” o aborto por mera declaração da interessada.
Denunciamos a implantação de uma educação sexual escolar hedonista, propositalmente dissociada da idéia do matrimônio e da construção da família como seu fim natural e, em vez disso, centralizada na genitalidade, na ideologia de gênero e que promove o homossexualismo entre crianças e jovens.
Denunciamos as tentativas de implantar a eutanásia no País, por meio de resoluções de conselhos profissionais.

E finalmente PROPOMOS:

Difundir o conhecimento da Doutrina Social da Igreja, pois é fundamental para a consolidação destas propostas, que visam a valorização da vida, pelo entendimento e fidelidade na sua vivência dentro da perspectiva do Evangelho da Vida.
Promover uma opção decisiva pela vida humana e por sua plena dignidade, implementando-a por meio das diversas pastorais, movimentos e outras iniciativas.
Manter observadores permanentes dentro do Congresso Nacional brasileiro e outras Casas de Lei, de modo a um acompanhamento eficaz das propostas relativas aos autênticos direitos humanos, à vida e à família.
Patrocinar ações legais para que cessem as violações aos direitos humanos aqui denunciadas, sem exceção alguma.
Exigir o cumprimento da ação efetiva da defesa da vida, por todas as instituições, organismos e níveis de poder competentes, o respeito integral à vida e dignidade humana, assinalando como primeiro, o requerimento à Organização das Nações Unidas pela decretação da moratória sobre a pena de morte no mundo, especificamente dos não nascidos, dos idosos e inválidos.
Que esta Declaração seja um solene compromisso com a cultura da vida, para que todos tenham vida e a tenham em abundância.

Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, 09 de fevereiro de 2008.

Pe. Antonio Marcos


02/07/2010 13:24:00
Obrigado Dunga , amigo de profeta

Desta vez, como era de se esperar o duende do nosso hoje infeliz futebol, ajudou e muito na profecia alheia. Ninguém se divertiu, o duende perdeu, e perdeu sozinho diferente de outras copas como a de 78, 82 ou a de 86, nós choramos, ficamos com raiva do destino, mas a beleza do futebol nos dava esperança.
Uma pessoa com raiva do mundo, sem educação, grosseira foi levada pelos nossos nobres cartolas incompetentes a um posto que, por unanimidade todos sabiam que não tinha preparo, projeto ou competência (e a despeito de a unanimidade ser burra, como dizia Nelson Rodrigues, desta vez era a voz da inteligência).
Vou ser chato e repetir o que disse em 12 de junho, me julguem como quiserem. Podem até apontar o ventilador para o meu lado com aquela substância horrenda que jogaram na Geni, pouco me importo. Mas fiz uma afirmação – temerária mas corajosa – uma pequena profecia (que me desculpem os profetas verdadeiros) de minha carreira de corneteiro esportivo.
Fiz a afirmação àqueles que estão chegando agora a este mundo mágico e maravilhoso do futebol, embalados por uma incomum bagagem de cinco copas conquistadas em meio a hinos, confetes, serpentinas, monumentais desfiles ao ar livre, recepções nos palácios de todos os poderes, nas homenagens dos corruptos e não-corruptos aos nossos heróis de décadas de conquistas da Copa do Mundo.
Fiz uma afirmação – quase um aviso prudente e realista – àqueles bem intencionados que estão gastando parte de seus sofridos salários na compra de robustos estoques de latinhas de cerveja, picanhas congeladas, camisetas verde amarelas, serpentinas e confetes.
Fiz esse aviso antes das coisas acontecerem, para depois não dizerem que estou me aproveitando da desgraça alheia.
Prestem atenção: o Brasil não ganharia esta Copa do Mundo.
Claro que gostaríamos de ganhar, mas não ganhamos , meus amiguinhos.
Não botem a culpa em mim, que tive a coragem de dizer . Botem a culpa nesse pernóstico, arrogante, medíocre, ignorante , teimoso, neófito em conhecimentos futebolísticos chamado Dunga.
Faltou futebol, faltou brasilerice (ganhamos 4 copas assim contra uma neste horripilante e abominável estilo Dunga).
Todas as copas que até então logramos conquistar, os times tinham, pelo menos, dois ou três gênios e um medíocre do futebol arte , mas um assombro no futebol raça um tal duende Dunga quis provar que não precisava de Ronaldinhos, Newmar, Gansos e Robertos Carlos e que com um time de botocudos ganharia uma copa como fez Parreira (imagino a alegria do técnico da Holanda).
A esse arrogante nanico, que nunca dirigiu sequer um time de várzea, não ofereceria uma vaga de técnico nem do infantil de nosso time de futebol de salão com medo de influenciar nossa juventude para este estilo sem educação de ser.
Agora, povo inteligente, educado e pacifico que somos não vamos jogar aquilo que jogaram na pobre da Geni, vamos apagar da memória paginas esportivas essa figura e dar ele uma chance de começar de novo (credo, mas bem longe da seleção).
Parabéns ao Dr. Ricardo Teixeira, Parabéns dupla Jorginho/Dunga por todo desserviço que prestaram aos brasileiros a quem vocês nunca pensaram e sempre fizeram como cavalo de general em desfile , c..........

Abraços a todos. Até daqui a quatro anos (como profeta, lógico)

Orlando


01/07/2010 16:17:00
EM DEFESA DA VIDA...

Leia no blog do Pe. Antonio Marcos

Pe. Antonio Marcos


01/07/2010 16:14:00
GABRIEL CHALITA

Chalita participa da missa do Maranata no fim de semana
27/06/2010

No último fim de semana, dias 26 e 27 de junho, Gabriel Chalita participou de duas missas. No sábado, o vereador fez a leitura dos versículos do Primeiro Livro dos Reis, durante a Liturgia da Palavra, na Paróquia São Pedro, em Mauá, celebrada pelo Pe. Silvio Andrei.
No domingo, a visita aconteceu na Pastoral da Família Maranata, no bairro Casa Verde, em São Paulo. A convite do Pe. Antonio Marcos Girardi, Chalita conversou com a comunidade sobre a importância de ser cristão em todos os aspectos da vida e contou como o exemplo do pai foi determinante em sua formação. “Na simplicidade do meu pai, eu encontrei a beleza de ser cristão. Descobri que é possível seguir a Cristo todos os dias e em todas as áreas da vida. Para isso, basta ter compaixão e não permitir que o Outro se torne invisível”.
O fenômeno da invisibilidade foi apontado pelo vereador como um grande mal da sociedade contemporânea, pois torna as pessoas insensíveis à dor e ao sofrimento do Outro. “É preciso que os políticos tenham discernimento e inspiração para nos representar. Sinto um carinho especial por saber a história do Chalita como católico”, afirmou Pe. Girardi. O sacerdote destacou o trabalho do vereador como exemplo para o 1° Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo, que visa levar os valores cristãos para as realidades profissionais de todos os católicos.

Fonte: site http://www.gabrielchalita.com.br

Pe. Antonio Marcos


01/07/2010 10:40:00
Nota de Falecimento

Faleceu em Teresina, PI, na última terça feira, D.Maria José (D. Mazé ), mãe do Duda da Ane.
Estaremos rezando uma missa pelo 7 dia na proxima terça dia, 6 de Julho às 20h30 em nossa capela. Contamos com a presença de todos.

Nossos sinceros sentimentos a toda familia.

Orlando e Sueli